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CHAMBER 4, ARCANO 13

The 4th Chamber
Personal Project

Thanks Douglas Hiro (ig: doodyfail) for the track

Track by Douglas Hiro (ig doodyfail)

Filha de Galatea na mãe se inpira
e toma forma como estátua possessa
Filosofia antiga que vira
idioma e do tomo três Daimons invoca
Velha e maligna é a magia 
que o submundo e o além importuna
Qu'estagna os reféns com fortuna
Canto de Omega é sua alegoria

Filha de Galatea na mãe se inpira
e toma forma como estátua possessa
Filosofia antiga que vira
idioma e do tomo três Daimons invoca
Velha e maligna é a magia
que o submundo e o além importuna
Qu'estagna os reféns com fortuna
Canto de Omega é sua alegoria

Em contato com solo com tudo mundano,
espírito, com o calor, queima em ato
profano
chamusca em cântico
e busca o louvor
do pranto
d'alma do finado e mirrado,
que canta em temor
sem seu sacrifício,
inativo
não está a salvo

Em contato com solo com tudo mundano,
espírito, com o calor, queima em ato
profano
chamusca em cântico
e busca o louvor
do pranto
d'alma do finado e mirrado,
que canta em temor
sem seu sacrifício,
inativo
não está a salvo

Repossession of all material

Repossession of all material

Ladra de SEPVLCRO
por quais quadras trilha?
4 elementos tais formam a quadrilha
3 deamons com
2 garridas,
1 mandante em figura
Se tornam a mão
d'ambulante escultura
Os rostos das fotos 
esquecem
Os meliantes carecem, 
lhes faltam lisura

Ladra de SEPVLCRO
por quais quadras trilha?
4 elementos tais formam a quadrilha
3 deamons com
2 garridas,
1 mandante em figura
Se tornam a mão
d'ambulante escultura
Os rostos das fotos
esquecem
Os meliantes carecem,
lhes faltam lisura

PALLOR como alegoria do esclarecimento e ciência;
LIVOR como alegoria do mundo e do material;
ALGOR como alegoria do opaco e do eterno.

PALLOR como alegoria do esclarecimento e ciência;
LIVOR como alegoria do mundo e do material;
ALGOR como alegoria do opaco e do eterno.

As que não pagam
vagam a sós
E jazem em pás
prostradas frustradas
carnes estragadas
encarnam e tragam a inveja e o antraz
Alma trazida que é atrasada
Parasita
transita na beira do bote
E não tem nome, e se esgueira
Para, senta
E na foz logo some

As que não pagam
vagam a sós
E jazem em pás
prostradas frustradas
carnes estragadas
encarnam e tragam a inveja e o antraz
Alma trazida que é atrasada
Parasita
transita na beira do bote
E não tem nome, e se esgueira
Para, senta
E na foz logo some

Decisão embebida
Em cisão: entre a vida
e o som da garrida
da morte,
o momento
Chegada à luz ao norte,
veloz
Cabeça é candeia que cria o memento
De forma hábil nos guia ao pós,
Nocturlábio, sendo o santo sábio
Lá viu nas estrelas o canto da voz

Decisão embebida
Em cisão: entre a vida
e o som da garrida
da morte,
o momento
Chegada à luz ao norte,
veloz
Cabeça é candeia que cria o memento
De forma hábil nos guia ao pós,
Nocturlábio, sendo o santo sábio
Lá viu nas estrelas o canto da voz

Saídos do leito, também bem confusos
escusos difusos,
do peito com furo,
oclusos
Sem grana, são só corpos duros
Tão ocos e buscam agora o futuro
A alma
eterna se faz, sem sorriso
Se traz sem amor, e sempre com dor,
em terna miséria jazes sem abrigo

Saídos do leito, também bem confusos
escusos difusos,
do peito com furo,
oclusos
Sem grana, são só corpos duros
Tão ocos e buscam agora o futuro
A alma
eterna se faz, sem sorriso
Se traz sem amor, e sempre com dor,
em terna miséria jazes sem abrigo